Arquivos SQL Sat SP #424 – PPTs e Demos

Pessoal, bom dia.

Acabei de fazer o upload dos arquivos (ppts + demos) da sessão que EU e a Liliam Leme fizemos no SQL Saturday #424 sobre o novo cálculo de estatísticas com o novo CE no SQL Server 2014. Por favor, baixem e reproduzam as demos em casa como “Home Work”…rs. Segue

Site do Evento
http://www.sqlsaturday.com/424/Sessions/Schedule.aspx

One Drive
http://1drv.ms/1LWZYOc

Até a próxima!!!!

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SQL Saturday 361 – Joinville – Slides + Demo

Pessoal, bom dia.

Postando um pouco atrasado o material (Slides + Demo) que foi utilizado na minha sessão junto com o Lucas Carrera falando sobre Concorrência Pessimista e Concorrência Otimista dentro do SQL Server. Espero que gostem e realizem a demonstração em casa para fixar o conteúdo. Qualquer dúvida, não deixem de nos contactar.

https://onedrive.live.com/?cid=8F512CC8D244EFF1&id=8F512CC8D244EFF1%21136

Já adianto o convite para o SQL Saturday de São Paulo em Setembro!!! NOS VEMOS LÁ.

 

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Implementing Microsoft Azure Infrastructure Solutions – Rumo a NUVEM !!!

Olá pessoal, quanto tempo neh!? Pois é, bastante correria. Desta vez eu vim para falar um assunto não muito técnico, mas, que com certeza vai vingar muito em breve no meu ponto de vista. Este post vai falar sobre minha experiência referente ao exame 70-533 da Microsoft que realizei na última quinta-feira (19/02/2015) e foi concluído com sucesso e uma visão que EU tenho do que está por vir com o Azure. Posso estar errado? Com certeza!!! Mas o que vale é compartilhar…rs.

Nos primeiros momentos estudando para a prova, veio na minha cabeça uma coisa que sempre conversei com o meu amigo Marcelo Fernandes e que acho que foi bastante cobrado dos DBAs quando existia o extinto título MCDBA. Pra quem não sabe, para possuir esse exame era necessário possuir DUAS provas de SQL Server 2000 e UMA de Windows Server 2003, já que o SQL Server deve ser instalado em cima de um SO é necessário que conheça um pouco dele. No meu ponto de vista existem diversos tipos de DBAs e com perfis diferentes que cada um se encaixa perfeitamente no seu dia-a-dia de trabalho, no entanto, o DBA deve conhecer um pouco de Rede, Infra, SO, Storage, Desenvolvimento, Servidores de Aplicação e algo que pode influenciar o seu SGBD indiretamente. Pois, como diz o Luti DBA significa “Default Blame Accept”. Faz sentido não é!?

No meu ponto de vista, no Microsoft Azure vejo que não existirá os rótulos: o “cara” do SO, o “cara” do SQL, o “cara” da Rede e o “cara” disso e daquilo, mas, sim o Arquiteto de Soluções pra Cloud, pois, esse é o que se espera da pessoa que se especializará nesse segmento. Por outro lado isso não isenta de se especializar, mas, torna as coisas muito mais interessantes e competitivas. Acredita que essa é a palavra que melhor define o Microsoft Azure, Competitivo.

Em uma época onde as empresas são bastante dinâmicas e precisam sempre estar à frente dos seus concorrentes e de forma que necessitem reduzir custo, o Microsoft Azure traz tudo isso de forma simples e objetiva tornando as empresas mais competitivas. Não é isso que a sua área de negócio e o seu negócio espera de você!? Por que gastar uma fortuna em Infra Estrutura, Armazenamento, Comunicação, Licenças, Renovações, Equipes “infladas”, plantões infinitos e etc. Embora, isso não significa que não precisamos de pessoas, elas ainda são e serão muito importantes nas organizações, mas, agora com o foco mais direcionado que é “Business”.

Imagine o seguinte cenário: Você precisa criar um site que venderá ingressos para o show dos Beatles. Estima-se que o local do show abrigará mais que duzentas mil pessoas. O site pode ser acessado 24X7 e apenas ficará disponível por 2 dias para quem quiser comprar. Seria um grande desafio conseguir o data center, comprar licenças, prever alta disponibilidade, monitoramento, equipe e etc. Com o Microsoft Azure essa situação muda um pouco! Se quiser saber mais, deixo no final do artigo referências sobre o assunto.

Quanto o exame 70-533 volta um pouco a ser exigido o que era exigido no exame MCDBA, não com tantos detalhes técnicos, mas, requer que o candidato tenha conceitos de Storage, Rede, Infra e etc. E com certeza uma das coisas mais importante como ter tudo isso reduzindo custo.

Vamos a lista do que é cobrado no exame:

  • Implement Web Sites
  • Implement Virtual Machines
  • Implement Cloud Services
  • Implement Storage
  • Implement Azure Active Directory
  • Implement Virtual Networks

No modulo de Web sites é importante entender como fazer a implantação de um web site, configurá-lo e monitorar. Também entender quais são as opções para restringir o acesso e forma de deixa-lo seguro com protocolos como SSL e certificados.

Em implementando máquinas virtuais são basta apenas saber o que é uma máquina virtual, mas, como utilizar de forma inteligente e o que se pode fazer com máquinas virtuais na nuvem. Uma das coisas mais fantásticas e a opção de você criar um “template” e fazer o upload da imagem para a sua galeria. Claro que outras coisas como configurar, monitorar, como separar por “subnets” e como criar maquinas para você ter disponibilidade em caso de desastres ou qualquer aplicação de patch.

Em Implementando o Cloud Services requer a exigência de entender como se pode implementar aplicações rodando na nuvem, como fazer o “scale up/down”, configurar, monitorar. Entender o que é um “Web Role” e “Worker Role”,saber como tirar proveitos desses recursos e como dimensiona-los da melhor forma reduzindo custos.

Em implementando Storage que na minha opinião é um dos assuntos com o aspecto mais importantes no Azure. Pois, lhe traz opções de como armazenar aquivos, pastas, fazer backups, sql database, blob storage, site recovery e etc. Sabendo configurações, opções de planos e alguns outros pontos chaves tenho certeza que sua vida será mais tranquila quando migrar pra nuvem.

Está o requisito que pessoas apenas acostumada com seu “quadrado” pode ter dificuldade. Para a pessoa que vem de SQL ou de qualquer tecnologia especifica pouco se preocupa de como é feito/ou deveria ser o acesso as aplicações, recursos, objetos e integrações seja ela no on-premises ou no Microsoft Azure. Esse quesito é bastante exigido, pois, no exame existem diversos cenários aonde se fala em integrar ambiente on-premises com Azure.

Finalmente implementando redes virtuais, se você é aquela pessoa que não possui bastante afinidade com redes de computadores, bem-vindo ao time. Nsse item é requerido que o candidato possua conhecimento de redes, protocolos, comunicação, subnets, vpn e algumas “coisitas” mais. Entender fases, passo-a-passo e componentes para entender como criar redes: Point-to-site, site-to-site, multi-site e fazer com que as redes hoje locais possam estender para a nuvem é um dos aspectos chaves desse módulo.

Caminho que segui para os estudos:

Utilizei o livro:  Exam Ref 70-533 Implementing Microsoft Azure Infrastructure Solutions, MSDN e TechNet e alguns links abaixo:

http://azure.microsoft.com/pt-br/

http://azure.microsoft.com/pt-br/pricing/

http://azure.microsoft.com/pt-br/overview/what-is-azure/

Também o que foi bastante importante para a consolidação do aprendizado foi criar uma conta no Microsoft Azure, que é disponibilizada free no portal.

http://azure.microsoft.com/pt-br/pricing/free-trial/

Espero que tenham gostado!!!

Até a próxima

Fique Atento ao seu ambiente de TI

 

Olá pessoal, bom dia.

Hoje gostaria de passar aqui apenas para deixar algo que considero IMPORTANTE e não vejo muitas pessoas aplicando,seja por falta de tempo, conhecimento, experiência ou devido a mudanças de prioridades no dia-a-dia da empresa.

Realizar o inventário de um ambiente para levantar algumas informações pode ser algo complexo, dependendo do que você precise ter de detalhe ou até mesmo saber quais são os ativos de banco de dados, plataforma de Sistema operacional utilizado e etc.

Para resolver esse problema a Microsoft possui uma ferramenta GRATUITA que pode ajudá-lo nesses pontos. O MAP Toolkit foi criada para simplificar e dinamizar o processo de planejamento de infraestrutura de TI em vários cenários através de descoberta e avaliações automatizadas em toda a rede. Mais informações podem ser encontradas no link abaixo:

 

Microsoft Assessment and Planning (MAP) Toolkit

http://www.microsoft.com/pt-br/sam/map.aspx

Categories: Administração

Criando Relatório de Performance e Tuning

Olá pessoal.

Durante o evento do SQL Saturday gostaria de ter mostrado como nós criamos relatórios de performance utilizando arquivos .blg gerados pelo Perfmon. Como não foi possível, estou escrevendo essa dica aqui no blog.

Primeiramente é muito comum em uma análise de performance nós utilizarmos o perfmon para coletar contadores de performance, pois, o mesmo não gera um alto “overhead” para o ambiente e pode lhe mostrar de forma clara aonde está o problema (se você souber relacionar os dados do Perfmon, é claro), no entanto, não mostra qual é a causa raiz do problema. Para esse artigo, não temos a intenção de mostrar como é criado a coleta e o PORQUE dos contadores (ver as referências no fim do artigo), isso será feito em artigos adiantes que irei escrever aqui. O principal objetivo deste post é mostrar: COMO CRIAR UM RELATÓRIO em uma coleta já realizada com o Perfmon.

No meu exemplo utilizarei o arquivo TracePerfmon.blg que deixei realizando uma coleta na minha máquina, conforme pode ser visto abaixo:

 

Figure 1 – Gráfico do Perfmon padrão

 

Agora imagine o presidente da sua empresa ou o seu gerente olhando para esse gráfico para tentar relacionar os dados! Você não verá uma cena muito agradável…rs.

Como posso transformar essas informações de uma maneira que seja fácil para ler? Para quem ainda não conhece, existe uma ferramenta via linha de comando chamada “relog” a qual utilizaremos nesse artigo.

 

 

Utilizando o relog.

O relog extrai informações dos contadores de performance do perfmon e pode transformá-los em outros formatos como text-TSV, text-CSV, SQL e etc.

Abra o prompt de comando do SQL Server e digite o seguinte comando: relog/?

 

Figure 2 – Instrução “Help” do relog

Aperte “Enter“. Será exibido um help dos parametros do relog e algumas sintaxes de como você pode utilizar o comando.

 

Figure 3 – Exemplos de utilização do relog.

Obs: Nesse post não entraremos no mérito de explicar o que significa cada parâmetro, no entanto, existe uma referência do relog no fim do artigo.

Transformando o binário em CSV

Agora que sabemos utilizar o relog, precisamos ir até a pasta onde encontra-se nosso arquivo .blg para poder transformar o arquivo em .CSV.

Figure 4 – Caminho de onde está o arquivo .blg

 

Agora que naveguei até a pasta basta apenas digitar o comando abaixo e apertar o “Enter” para que o arquivo .CSV seja gerado.

 

Figure 5 – Transformação do .blg para .csv, após o relog

 

A hora da Mágica

Com o arquivo .CSV gerado nós iremos importá-lo no excel, para isso, abra o excel e clique em “Data” e “From Text“.

 

Figure 6 – Importando dados no excel através de fontes de texto.

 

Localize o arquivo .CSV que foi gerado através do comando relog e clique em “Importar“. Aparecerá uma tela com o primeiro passo da importação do arquivo, mude para “Delimited” e clique em next, sua tela deve ficar como a imagem abaixo:

 

Figure 7 – Passo 1 da importação

 

A tela seguir irá definir quais caracteres são os seus “delimitadores“, deixe a tela como a tela a seguir:

 

Figure 8 – Passo 2 da importação

O ultimo passo apenas determina a formatação das colunas, deixe como está, no caso “General” e clique em “Advanced“. Uma tela irá se abrir:

 

Figure 9 – Definindo separadores.

Esse é um ponto extremamente importante, pois, dependendo do idioma utilizado essas infomrações podem vir divergentes, causando uma pequena mudança no momento da formatação dos dados. Deixe o separador de decimal como “Ponto” e o separador de milhares como “virgula” e clique em “OK” e “Finish“.

Criando os Gráficos

Após o arquivo ser importado para o excel, remova a segunda linha da planilha, conforme pode ser visto na imagem abaixo:

Figure 10 – Removendo a segunda linha da planilha

 

Após a linha ser removida, formate a primeira coluna da planilha excel para data utilizando o “Custom Format” das células. Sua data deve ficar algo parecido como no “Sample“.

 

Figure 11 – Formatação Excel da coluna de Data.

 

No momento que a nossa data estiver formatada, apenas precisamos adicionar uma nova coluna no arquivo excel, que será chamada de “Hora“.

Nós iremos extrair da coluna da data formatada anteriormente apenas as horas para que possamos fazer nosso relatório de “hora-em-hora“. Poderíamos fazer também de “minutos-em-minutos“. Lembrando que as colunas que serão transformadas em “Horas” deve estar como “General“, conform imagem:

Figure 12 – Aplicando a função de hora para a nova coluna

 

Após o passo anterior realizado, seu arquivo de excel deverá ficar mais o menos com o arquivo abaixo:

 

Figure 13 – Arquivo Excel “pronto” com a coluna de minutos incluso.

 

No momento que as colunas estão criadas, apenas precisamos criar um “Pivot Chart e Pivot Table” para montar os gráficos:

 

Figure 14 – Criando a Pivot Table e o Gráfico

A seguinte tela aparecerá, apenas informe o “Range” das informações que farão parte do gráfico, no nosso caso, todas as células. Deixe como a seguir e clique em “OK“.

 

Figure 15 – Determinando quais informações farão parte do gráfico e da tabela.

 

Agora os Mestres em Excel podem utilizar a sua imaginação para fazer relatórios necessários com os contadores de performance. Como não faço parte deste grupo seleto de mestres, apenas criei um relatório básico que: mostra as informações da “Média de Batch Requests/sec por hora” do período da coleta.

 


Espero que tenham gostado!!!

Até a próxima

Thiago Carlos [TC] de Alencar

 

 

Referências

Relog:

http://technet.microsoft.com/en-us/library/bb490958.aspx

Performance Counters PDF

http://www.quest.com/techbrief/sql-server-perfmon-counters-poster811635.aspx

Criando coletores de performance

http://technet.microsoft.com/en-us/library/cc749337.aspx


 

SQL Sat #325 – Arquivos, Demos e Feedback

Pessoal, bom dia.

Como alguns sabem, participei do evento SQL Saturday #325 que aconteceu no dia 27/09/2014 na Unip do Tatuapé. O que dizer sobre o evento? Primeiramente foi um evento fantástico e estão de parabéns os organizadores, palestrantes, público e patrocinadores, pois, sem esse conjunto de pessoas seria impossível ter um evento como foi o SQL Sat #325. Foi muito bom rever amigos de todo o brasil, amigos de outras empresas e também ex-alunos.

Sobre Minha Palestra
Nesse evento escolhi um assunto que particulamente mais me identifico, no caso Tuning. O Objetivo da palestra foi mostrar o que pode ser avaliado em um ambiente que você precise realizer melhorias e por onde você deve começar.  Os arquivos utilizados no evento encontram-se na página de “Schedule” do SQL Saturday, lá vocês podem realizer o download. Segue:

https://www.sqlsaturday.com/325/schedule.aspx

Sobre os Arquivos
No arquivo ZIP contém os seguintes arquivos:

SQLSaturday325_Tuning_do_Inicio_ao_Fim.pptx – Apresentação em Power Point utilizada no evento
\ArquivoGerarRelatorioPerfmon\TracePerfMon – Arquivo .blg do Perfmon para poder gerar relatórios em excel. Como não tive tempo de fazer isso no evento irei criar um post sobre isso aqui no meu blog.
\Demo\Resultados – Arquivos sobre os resultados após as alterações realizadas. Nessa pasta contém um arquivo .docx que é um modelo de Relatório de performance. Também existe um arquivo .xlsx que são os gráficos utilizados em alguns relatórios. E por último três prints que mostram a query utilizada na DEMO e o resultado de duas possíveis soluções sendo que todas foram executadas 200 vezes.
\Demo\Scripts – Nesta pasta está os scripts utilizadas na DEMO do SQL Sat #325 sobre as otimizações de algumas queries, como inicialmente essa palestra foi utilizada no SQL Sat #284 por mim e pelo Fabiano Amorim, estou adicionando os scripts que ele utilizou para a DEMO que foi realizada em Porto Alegre, mesmo que o nome da palestra seja o mesmo, as DEMOs de São Paulo e seu respectivo conteúdos são diferentes.

Por favor, qualquer dúvidas entrar em contato.

Thiago Carlos [TC] de Alencar

Especificação de Capacidade Máxima no SQL Server

Pessoal, boa tarde.

Hoje apenas apareci para dar uma dica rápida e acredito que seja de interesse em geral…rsrs. Quem nunca se pegou pensando: Qual a capacidade máxima de colunas em uma instrução SELECT ? Qual a quantidade de linhas por tabela? Ou até mesmo tabelas por database? “Passeando” pelo BING uma pesquisa me direcionou para um link no MSDN que gostaria de compartilhar com vocês. O link se refere a Capacidade máxima de especificação do SQL Server:

http://msdn.microsoft.com/en-us/library/ms143432.aspx

Muito Obrigado.

Abs